
Muitos dos que o vêem pela Penha, no seu passo miúdo e octogenário, levando na mão o jornal da manhã ou uns boletins do euromilhões, não imaginam o passado cheio de estórias daquele professor e padre.
Rufino Silva nasceu no Minho e foi padre no Porto (em 1952), em Vila Nova de Poiares, Barcelos, São Marcos da Serra (em 1962), Alte, Olhão e (ultimamente) Faro, tendo em simultâneo sido professor de português em algumas escolas oficiais.
Chegado a 2009, quis publicar uma coletânea de estórias “bíblicas” que foi alinhavando com um estilo meio infantil meio filosófico.
Pediu apoio autárquico que lhe foi negado, mas não desistiu. Avançou por conta própria e publicou “O Cristianismo, génese da democracia moderna“, com uma bela imagem da cinquentenária ponte da Praia de Faro na capa.
Agora, Rufino, além de ter sido professor, é padre e escritor.
Porque “o homem vive de utopias e delas alimenta o espírito“.








