Perdoando o mal que faz pelo bem que sabe…

foto joao xavier - uma vida depois do cancro

Em Castro Marim, uma obra de arte de Carlos Oliveira Correia homenageia as mulheres que, depois de terem sofrido um cancro da mama, avançam para uma gravidez.
O cancro é a doença da moda. Com o aumento da longevidade e a alimentação cada vez mais contaminada e a poluição cada vez mais criminosa, não é de espantar que aumentem os casos de pessoas com essa terrível doença, seja em que órgão corporal for.
Nos últimos dias, temos estado a ser intoxicados com diversas opiniões publicadas para nos convencerem que o recente comunicado da Organização Mundial de Saúde sobre a carga carcinogénea de carnes processadas e enchidos «não é bem assim»…
A força dos enchidos portugueses na economia faz com que muita gente queira atirar areia para os olhos dos consumidores.
É evidente que a nossa alimentação deve ser o mais natural possível (comida fresca) e o mais diversificada possível (não sei se sabem que o ser humano é omnívoro)…
O resto são balelas e a prática do velho ditado popular «Perdoa-se o mal que faz pelo bem que sabe.»


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