A Coreia do Norte, tão longe e tão perto…

Le-dictateur-nord-coreen-Kim-Jong-un-photographie-en-novembre-2015-lors-d-une-visite-dans-une-usine-de-nourriture-pour-enfants

A revista Paris Match apresentou um dia destes uma reportagem fotográfica sobre Kim Jong-un, o jovem líder carismático da Coreia do Norte.
Parece que os tempos em que a Coreia do Norte era vista como um país «do eixo do mal» já se foram.
Agora, o corte de cabelo do presidente nortecoreano é imitado no Ocidente e os ódios viram-se para o Estado Islâmico: é bem mais fácil bombardear uns combatentes que nem força aérea possuem, do que atacar um país que é uma potência nuclear…
O imperialismo e o neocolonialismo que dominam os tempos modernos são uma espécie de sarna. Uma doença de que é difícil livrarmo-nos.
Quando arranjam uns inimigos de estimação, ficam à vontade para experimentar armas e treinar militares. Quando esses inimigos são poderosos, procuram amesquinhá-los e ridicularizá-los, por conta de padrões globais de uma globalização que nunca há de triunfar.
Os modelos ocidentais ganharam no séc. XX laivos de ridículos. Há uma espécie de complexo de superioridade. Só quando analisamos melhor as coisas percebemos a perenidade de determinados modelos alheios e a duração efémera das modas que vamos aceitando e ostentando.


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