Os refugiados

foto ammar abdullah reuters - refugiados sírios

Cada vez há mais pessoas em fuga do Médio Oriente para a Europa.
É relativamente fácil entendermos o fluxo.
As potências ocidentais e a Rússia esmeram-se a bombardear cidades do Estado Islâmico e as pessoas, perante um quotidiano de terrorismo, preferem fugir e preferem fugir para cidades que sabem que não são bombardeadas.
A Europa tem duas medidas de análise do problema: países mais pobres como a Grécia e os do leste pedem ajuda e países envolvidos nos bombardeamentos sabem bem que têm a consciência pesada.
Se a Europa não estivesse moribunda, controlava as suas fronteiras e não permitia esta autêntica invasão. Como diz Adriano Moreira, as viagens de milhares de asiáticos para a Europa são organizadas por empresas. Logo, há aqui por parte da Europa uma postura de totó.
Tudo isto melhora se terminarem as agressões militares em larga escala às cidades dos territórios que eram governados pela Síria e pelo Iraque.
O reajustamento político e de fronteiras deve ser feito pelos povos que lá vivem e não pela pressão das grandes potências.
É verdade que o Ocidente depende energeticamente do petróleo e de outros recursos alheios… mas deve consegui-los sem ser pela força.


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