A tiro, à facada e à garfada

foto joao xavier - edificio pluma

Este grande edifício da zona nobre de Portimão foi palco de um dos mais brutais casos de violência doméstica dos últimos tempos.
Ali, em 23 de agosto do ano passado, um polícia de 36 anos de idade abriu a tiro a porta do apartamento onde estava a sua companheira brasileira de 27 anos, agrediu esta com 7 facadas num braço, no abdómen e numa perna e espetou-lhe depois um garfo no peito!
Quando outros polícias chegaram, ele ainda pontapeou a cabeça da jovem.
Descontrolado e alucinado, o homem entrou notoriamente em colapso emocional e ficou desesperado.
Presentemente a ser julgado no Tribunal de Portimão, diz que está arrependido.
Estes casos de violência gratuita são retratos da sociedade que temos. Muitos deles têm como protagonistas pessoas nascidas depois do 25 de abril, o que de certo modo reflete as misérias dos valores que temos cultivado.
Nos campos dos frustrados ou nas cidades dos desenraizados, esta gente formatada mais pelos media do que pela família precisa de parar para meditar. Parar antes de fazer asneiras. Ganhar serenidade. Reformatar o quadro dos valores pelos quais se rege.

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