Fazendo ruas como se não houvesse chuva

foto joao xavier - riacho sobre rua na junqueira

O modo como o bicho homem lida com a mãe Natureza é bastante diversificado.
Há quem construa destruindo linhas de água e há quem construa subvalorizando a força das águas quando a invernia chega.
Por norma, há que avaliar os caudais primeiro, para construir adequadamente depois.
Como a água tem de correr por algum lado, é conveniente deixar-lhe espaço, porque senão, a água vai correr por cima ou outro lado e pode levar pela frente o que nós queríamos que ficasse incólome.
Quando fazemos ruas ou estradas, a avaliação prévia das linhas de água é fundamental. Para solucionar os incómodos, foram inventadas as pontes, os pontões e as canalizações…
Ocorreu-me tudo isto quando há dias passei sobre um riacho numa rua da Junqueira.
Perante o alcatrão que lhe meteram pela frente, as águas seguem límpidas, destruindo serenamente o pavimento («água mole em pedra dura… tanto bate até que fura»- diz o povo).
Um bocadinho mais de trabalho resolvia o assunto…

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