Treinar para morrer

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Um militar português, em treino à soalheira, ficou com o corpo a 42 graus e faleceu.
«Golpe de calor» – foi-lhe diagnosticado.
O puto, madeirense de 20 anos de idade, queria ser comando! Ele e os outros 11 entretanto internados…
Quando cumpri serviço militar obrigatório, ficava estupefacto com o número de soldados que caíam na parada quando estávamos em formatura depois do almoço.
Dizem os superiores que os treinos são adequados. Dizem os fanáticos que os treinos difíceis é que tornam a guerra fácil.
É verdade, sim senhor, que não se escolhe o calor e o frio para estar no terreno a combater. Mas quem gere os treinos deve saber que os maratonistas não correm nos treinos os 42 km que percorrem quando estão em competição.
O que é preciso é bom senso. E temos de perceber que os jovens que hoje vão à tropa não têm a resistência que tinham os seus familiares há 4 ou 5 décadas…
O puto madeirense que agora protagoniza editoriais praticava judo e pensava que esse background desportivo lhe dava arcaboiço.
Nas opções pela aventura, devemos sempre ponderar os riscos e pedir conselhos a quem já tem muito para contar…

Uma resposta to “Treinar para morrer”

  1. F Soares Says:

    O melhor é esperar pelo final do inquérito…. Foram demasiados para ser só um golpe de calor…. Da mesma forma se põe a questão do descarrilamento na Galiza….
    É que estas conclusões apressadas dos “jornais e jornalistas” são muito duvidosas escondendo-se por detrás da liberdade de imprensa.

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