A arte de receber refugiados

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No ano 2014, Portugal recebeu um «refugiado» (um dos muitos que têm vindo do médio oriente) e ofereceu-lhe residência e apoios em Aveiro.
O jovem, de 26 anos de idade, foi capturado no passado dia 20, em Marselha, na França, por fortes suspeitas de que se preparava para realizar um ataque armado «de grande envergadura» em Paris.
Com uma metralhadora, várias pistolas, muito dinheiro e um documento do Estado Islâmico, o grupo tinha já alegadamente garantido bom financiamento.
É pena que a conjuntura dos refugiados e do brutal conflito armado que ocorre nos territórios da Síria e do Iraque não possa ser encarada de coração aberto por quem pensa em amenizar problemas humanitários.
O conflito que não respeita fronteiras é favorável a pessoas oportunistas que facilmente se apercebem das fragilidades dos sistemas de vigilância e dos espaços internos da União Europeia.
Quando queremos ser altruístas temos de saber com quem estamos dispostos a ser altruístas.

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