Dormindo sobre o destino de Madeleine

foto joao xavier - madeleine mccann em faro

Acho muito esquisito um polícia poder escrever um livro sobre dados que recolheu nas investigações policiais. É como se eu me pusesse a escrever um livro sobre um antigo aluno meu, publicando informações que recolhi como professor!

Vem isto a propósito do livro de Gonçalo Amaral sobre o desaparecimento de Madeleine McCann.

Depois de um tribunal de primeira instância ter proibido a venda do livro, o tribunal da relação anulou e o Supremo Tribunal confirmou essa anulação.

No Expresso, Fr. Sousa Tavares diz que Gonçalo Amaral só não conseguiu de Kate McCann a confissão de assassinato porque não a torturou como fez a Leonor Cipriano, que confessou a morte da Joana.

O caso internacional que tanto fez correr o nome do Algarve na imprensa internacional tem realmente contornos obscuros, mas, não tendo a polícia conseguido descobrir o que aconteceu a Madeleine, sobra-nos a tristeza.

Há neste caso um destino que nos entristece: o destino de Madeleine McCann. E disso já praticamente ninguém fala.

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