Je suis ilhéu

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«O único orgulho que tenho de ser português é só pelo passado glorioso.» – dizia-me um ilhéu.

Anteontem, a calma deu lugar ao stress e a pacatez deu lugar ao confronto. Nas chamadas «ilhas-barreira» da Ria Formosa, o poder central português descobriu uma aberrante vontade de destruir e foi mais um passo dessa intenção que provocou desacatos (foram marcar 35 casas da Ilha do Farol para demolição…).

As casinhas térreas daquelas ilhas não fazem mal nenhum ao ambiente. Em alguns casos, até ajudam a diminuir a erosão eólica. Mas os grandes teóricos da «renaturalização» teimam.

Na manifestação, uma coisa me deixou perplexo: como é que ainda há ali pessoas com a bandeira portuguesa nas mãos?!

Ainda não perceberam que é sob a bandeira portuguesa que os andam a trompicar?!…

 

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