Os migrantes e «as pessoas que não temos»

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«À medida que o tempo passa, Portugal vai precisar cada vez mais de pessoas que não tem.» – diz João Peixoto, sociólogo.

Afinal, onde fica a velha máxima «Só fazem falta os que cá estão!»?

Os especialistas em demografia, feitas as projeções para 2060, dizem que Portugal está a envelhecer e precisa, portanto, de duas injeções: imigrantes e jovens trabalhadores. 2 em 1.

Mantendo os níveis atuais de fertilidade (uma aberração), em vez dos atuais 10,4 milhões de habitantes teríamos em 2060 uns 7,8 milhões.

Como o mundo está cada vez mais habitado, poderíamos abrir as portas para migrantes de países atulhados.

Isso, obviamente, não seria solução: além de a maioria dos «interessados» serem «não qualificados», chegariam cá e não haveria ofertas de emprego que os inserissem. Seria mais um problema.

Melhor será que vamos vivendo com o que temos e com quem temos… com menos capitalismo e com menos consumismo.

O resto são tretas… e divagações de gente de secretaria que tenta sacar umas notas à pala de uns estudos pesudoestatísticos.

Fulcral… fulcral… é termos capacidade adaptativa.

 

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